quarta-feira, 13 de outubro de 2010

PROJETO BULLYNG

IDENTIFICAÇÃO:

ESCOLA: Escolas Estaduais da sede

CIDADE: Paraíso do Tocantins – TO

NOME: Diga não ao Bullyng

CLIENTELA: Alunos do 1º ao 5º ano


RESPONSÁVEIS:

Equipe Gestora e Pedagógica,
Professores,
Orientadores Educacionais
Alunos


EXECUÇÃO
Janeiro a Março de 2011

JUSTIFICATIVA


Na sociedade capitalista e do consumismo os valores éticos e morais já não são tão apreciados e isto gera um conformismo com relação à violência, em especial a violência dentro das escolas públicas e privadas. Esta violência velada e banal é o bullyng que segundo a enciclopédia virtual Wikipédia bullyng é um termo em ingles utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz (es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma. De acordo co a revista Escola o bullying possui três tipos de atores:
A(s)Vítima(s)Costuma ser tímida ou pouco sociável e foge do padrão do restante da turma pela aparência física (raça, altura, peso), pelo comportamento (melhor desempenho na escola) ou ainda pela religião.
O(s) Agressor (es)
Atinge o colega com repetidas humilhações ou depreciações porque quer ser mais popular, se sentir poderoso e obter uma boa imagem de si mesmo. É uma pessoa que não aprendeu a transformar sua raiva em diálogo e para quem o sofrimento do outro não é motivo para ele deixar de agir. Pelo contrário, se sente satisfeito com a reação do agredido.
O(s)Espectador(es) Nem sempre reconhecido como personagem atuante em uma agressão, é fundamental para a continuidade do conflito. O espectador típico é uma testemunha dos fatos: não sai em defesa da vítima nem se junta aos agressores.
Este tipo de violência causa vários tipos de sentimentos na vítimas, dentre eles angustia, medo dor insegurança, raiva e outros. Pelo que consta este problema está aumentando a cada dia não só nos grandes centros, mas em qualquer unidades escolares de qualur município. Nas escolas jurisdicionadas a esta diretoria não é diferente, daí a importãncia de se criar um projeto para prevenir ou combater o bullyng.



OBJETIVOS


GERAL
ü Levar a comunidade escolar a perceber e entender o que é o bullyng para que todos possam criar soluções efetivas para atenuá-lo e conviver de forma mais pacifica e acolhedora dentro da escola.

ESPECÍCOS
Entender de forma mais clara o que é o bullying
Identificar atitudes de violência banal e tentar atenuá-las
Resgatar valores que contribuem para amenizar as ações de bullying
Motivar alunos/professores que sofrem de bullying a procurar ajuda
Identificar os espaços em que mais ocorre o bullying dentro da escola.


METODOLOGIA


Para Freitas ao “fazer uma investigação, é de extrema validade conhecer o problema para solucioná-lo, a partir de uma análise dos dados baseada em regras de investigação para apresentar soluções para o problema”. Isto só será possível através de objeto de investigação como um questionário sobre o tema proposto. Após a análise dos dados, reorganizar as ações propostas. Além do questionário, uso do computador será fundamental para pesquisa na internet vídeos sobre os conteúdos propostos, uso de imagens, montagem de slides, enciclopédia virtual cartazes e murais, produção textual.
Língua Portuguesa
Verificar Junto às turmas o que já sabem sobre bullying, em seguida apresentar um pequeno histórico sobre sua origem.
Levar os alunos para o laboratório e navegar em link sobre o tema.
Vídeo - O que é bullyig - Após o vídeo trabalhar alguns questionamentos tais como: alguém aqui já passou por essa situação? O que sentiu? Falou com alguém sobre o acontecido? Ou alguém aqui já fez alguém passar por isso? O que sentiu? E se fosse com você como reagiria? Sabia que esta atitude é denominada bullying?
Entrevista com pais, tios e outras pessoas de diferente faixa etária sobre as “brincadeiras e apelidos sofridos na escola”.
Organizar painel sobre os relatos que cada equipe colheu e expor para escola
Textos dissertativos sobre o tema
Matemática
Realizar uma pesquisa sobre os vários tipos brincadeiras/agressões sofrido pelos alunos na escola e apresentá-la em forma de gráficos.
Ensino religioso
Palestra sobre bullying
Valores humanos como respeito, amor, amizade, carinho, solidariedade, companheirismo.
História em quadrinho sobre o tema
Educação física
Exercícios de role- playing- (representar/fazer o papel) - duas ou mais pessoas representam um breve episódio em que simulam um problema envolvendo bullying.


RESULTADO ESPERADO

Que todos na umidade escolar reconheça que o bullying contribui para a violência, a baixa-autoestima e que as “brincadeiras” que discriminam é um bullying. Espera-se também que estas atitudes por menores que sejam devem ser erradicas e que todos trabalhem em prol de uma convivência psicologicamente sadia e de paz dentre e fora da escola.


CRONOGRAMA


AÇÕES
JANEIRO
FEVEREIRO
MARÇO

Envio do projeto as escolas da sede
X



Início das atividades propostas

X


Encerramento e avaliação dos resultados alcançados


X



RECURSOS
Data show
Computador/Internet
Vídeofilmes
Máquina Fotográfica
Cartolinas
Tintas e pincéis,
Papel pardo
Fita crepe


AVALIAÇÃO


Sabe-se que a avaliação é fundamental em qualquer processo de ensino e aprendizagem É através da avaliando que se percebe se os objetivos, metas e propostas foram alcançados. A avaliação também proporciona mudanças de estratégia e metodologias. Neste trabalho, o processo avaliativo será contínuo, qualitativo e quantitativo.

REFERENCIAL
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying
http://baudeideiasdaprofkeithy.blogspot.com/2010/08/bullying-ii-proposta-de-atividade.html

http://www.youtube.com/watch?v=aIjRTYa7UK0

http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtml

http://www.redem.org/boletin/files/ARTIGO%20INTERVENCAO%20PEDAGOGICA%20EM%20VALORES%20MORAIS.pdf

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